
O Marrocos tem quatro cidades imperiais e várias outras que merecem lugar num roteiro. Como não dá para ver tudo numa viagem só, vale a pena perceber o que distingue cada uma antes de escolher.
Marrakech, a cidade vermelha
A mais visitada e a mais intensa. Jemaa el-Fna, os souks, o Palácio da Bahia, os Jardins Majorelle e os riads escondidos atrás de portas discretas. É também a melhor base para o Atlas e para o deserto de Agafay.
Fes, a mais antiga

Fes el-Bali é a maior medina medieval do mundo árabe e Património Mundial. Curtumes de Chouara, madraças com azulejos, oficinas de artesãos e milhares de ruelas sem carros. Menos turística e mais autêntica do que Marrakech.
Chefchaouen, Casablanca e Rabat
Chefchaouen é a cidade azul das montanhas do Rif — pequena, fotogénica e tranquila. Casablanca é moderna, portuária e tem a imponente Mesquita Hassan II sobre o Atlântico. Rabat, a capital, junta a Torre Hassan, a kasbah dos Oudaias e um ritmo muito mais calmo.
Essaouira e Meknes
Essaouira é a fuga ao calor: muralhas sobre o oceano, porto de barcos azuis, vento constante e peixe fresco. Meknes, a mais discreta das imperiais, tem a monumental porta Bab Mansour e fica ao lado das ruínas romanas de Volubilis.
Dica: Numa primeira viagem, combine Marrakech e Fes com o deserto pelo meio. As outras cidades encaixam melhor a partir de 10 dias.
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